O primeiro Tacacá Literário desde domingo recebeu Rafael Coutinho e Romahs para a mesa “Um traço, uma história”. A dupla falou sobre as adaptações de clássicos da literatura para os quadrinhos que têm ganhado cada vez mais espaço.
A segunda e última mesa desta edição da Bienal do Livro Amazonas abordou os romances policiais. A mesa “Quando o crime compensa” teve a participação dos escritores Alberto Mussa e Flávio Carneiro.
No último dia da Bienal, o Território Livre falou sobre a cultura indígena e sobre os astros e sua influência.
Para a 1ª mesa, recebemos os índios Ely Macuxi e Fidelis Baniwa. Eles abordaram
Lembram da promoção “Repórter por 1 dia na Bienal”? O Ricardo Lopes, vencedor do nosso concurso cultural, entrevistou a atriz Mel Lisboa. Muito simpática, ela falou sobre sua paixão por livros, preferências literárias, maternidade e dos próximos projetos de trabalho.
Cliquem e assistam a entrevista!
Era uma vez um menino chamado Jeriel. Ele tinha 13 anos e foi visitar a Bienal do Livro Amazonas junto com seus amigos da Escola Estadual Natália Uchôa. Depois de brincar, se divertir e comprar livros, ele se perdeu do seu grupo, que já estava a caminho de casa e ficou sozinho na Bienal.
O menino Jeriel foi encontrado pelo Gustavo, da equipe de Visitação Escolar da Bienal e levado para a Sala de Imprensa, onde ele conheceu a Alethea, da Comunicação. Durante o tempo que esperou para voltar para casa, ele conheceu várias pessoas, se divertiu e esqueceu que estava sozinho.
No último dia da Bienal, recebemos a visita do menino que veio se despedir da equipe que cuidou dele. Sim, Jeriel nos deixou emocionados com seu carinho.
E viveram todos felizes para sempre! =)
E para encerrar a Bienal, o Livro Encenado recebeu hoje a atriz Mel Lisboa (a famosa Anita, da série Presença de Anita). Ela leu trechos do livro “Relato de um certo Oriente”, de um dos mais ilustres escritores amazonenses: Milton Hatoum.
No fim da apresentação ela ainda recebeu fãs para autógrafos e fotos.
Se você não pode estar aqui, não fique triste! Gravamos um trecho para você! Clique e assista!
O Tacacá Literário discutiu nesse sábado assuntos como ficção produzida por índios, sobre a literatura brasileira e também sobre crônicas.
O debate começou com a mesa “Minha tribo, minhas histórias”, com Daniel Munduruku e Eliane Potiguara. Os escritores falaram sobre as obras escritas por índios que se destacaram principalmente na literatura infanto-juvenil.
Já às 17h, Ronaldo Correia de Brito e Paulo Lins conversam na mesa “O Brasil na ficção” sobre como o país é retratado hoje na literatura.
Por fim, Affonso Romano de Sant`Anna e Arlindo Porto participaram da mesa “A sedução da crônica”. Eles falaram sobre o gênero, o interesse pela crônica, e porque ela seduz tanto os leitores.
Aconteceram 3 importantes debates no Território Livre no penúltimo dia da Bienal do Livro Amazonas.
Às 14h, o professor Carlos Eduardo Gonçalves falou sobre o Enem e seu papel na estrutura escolar e educacional brasileira.
O clima foi de poesia com a participação do ator-poeta Antônio Calloni e do poeta Celdo Braga. Ambos deixaram o público da arena encantados com suas prosas e versos.
Encerramos o dia com um tema polêmico. A mesa “Saindo do armário” falou sobre a homossexualidade e o homoerotismo. Regina Navarro Lins e José Silvério Trevisam participaram da mesa.
O Livro Encenado recebeu hoje o ator Leonardo Vieira. Ele leu trechos da obra “Gente dos seringais”, do amazonense Álvaro Maia.
Para quem não pode estar aqui hoje, fica o vídeo com a participação de Leonardo!
De 27 de abril a 6 de maio, a Bienal do Livro Amazonas tomou conta de Manaus, levando muita diversão e cultura para o norte do Brasil. VIVA ESSA HISTÓRIA!